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A ACIE

Caros sócios

É preciso recuar até a década de sessenta do século passado para acompanharmos a criação do Clube dos Jornalistas estrangeiros, gênese da atual Associação. Desde então, passaram por aqui dezenas de profissionais brilhantes, Mulheres e Homens de grande caráter e formação. A maioria está no anônimo registro dos associados. Outros dedicaram tempo e trabalho em cargos de Diretoria. Seria injusto destacar este ou aquele. Mas há razões que a razão desconhece, sobretudo se têm a ver com afetos. O Fundador e Sócio de Honra n° 1 Carlos Tavares de Oliveira tem tido uma relação única de Amor e Dedicação à ACIE. Por razões estatutárias não pode ser Presidente de Honra. Mas como os britânicos tiveram a sua “Princesa do Povo", nós temos o nosso "Presidente do coração”. 

A ele, com orgulho e prazer, cedo grande parte do espaço de abertura do nosso "site" e do nosso Anuário 2014-2015.

Um abraço

João Pacheco de Miranda

Presidente

"EU e a ACIE

    Carlos Tavares de Oliveira

 Em fins da década de 1960 – já nos sombrios anos da ditadura militar – tornei-me amigo do jornalista Michael  Fields ( do Daily Telegraph, de Londres ), que era presidente da Acie. Na época, funcionário do Banco do Brasil, mantinha a coluna semanal “Comércio Internacional”, no jornal O Globo, então o maior do Pais.

Naqueles tempos, de trabalho difícil para jornalistas – particularmente os correspondentes estrangeiros – procurava ajudar a Associação e seus membros, na solução de problemas ( não raros ) que surgiam. Por essa dedicada colaboração, e seus positivos resultados, fui agraciado com o titulo de Sócio-Honorário nº 1 da Acie, em julho de 1971, pela diretoria presidida pelo jornalista alemão Kurt Klinger.

Pouco depois, já aposentado do Banco, como consultor da Confederação Nacional do Comércio e editorialista do Globo, publiquei alguns artigos em que reclamava maior atenção aos Correspondentes.

Em agosto de 1989, no artigo Imprensa Estrangeira, assinalava que “lamentavelmente os jornalistas estrangeiros via de regra eram responsabilizados pelo noticiário negativo sobre o Brasil publicado no exterior”. A seguir, ao frisar que noticiavam apenas o ocorrido, acrescentei: “Talvez sejam eles mais tolerantes com as nossas falhas do que a maioria dos jornalistas brasileiros”. E no mesmo artigo mencionava editorial anterior do jornal, que indagava: “Que aliado melhor poderíamos ter para promover o Brasil no exterior do que a imprensa estrangeira?”

Mais tarde, em agosto de 1998, em outro dos vários artigos, reclamava da falta de “correta assistência oficial aos Correspondentes Estrangeiros, proporcionando-lhes meios para o bom desempenho do seu trabalho, como procedem os paises desenvolvidos”. Nesse artigo, intitulado Correspondentes Estrangeiros registrava que eles durante os vinte anos do período autoritário, eram considerados indesejáveis nos círculos oficiais. E, com absoluta procedência registrei: “Deve-se reconhecer que essa implacável campanha da imprensa internacional serviu para acelerar o retorno da democracia ao Brasil”.

Nesse mesmo artigo, ao referir-me às diversas vezes que o presidente Bill Clinton havia se reunido com a imprensa internacional, assinalei: “Inclusive, em abril, foi a figura central da festa anual da Associação dos Correspondentes, à qual compareceram 2500 personalidades da sociedade americana, entre autoridades, políticos, empresários, artistas, etc...”. A vultosa renda dessa tradicional festa na Casa Branca – como ocorreu em abril de 2013 – serve para ajudar a manutenção da Associação (Press Club). Outro bom exemplo para o Brasil, com relação aos Correspondentes Estrangeiros.

Durante essas quatro décadas de efetiva colaboração, tive a oportunidade de articular a louvável cessão de salas do Banco do Brasil para sede da Acie, bem como das dependências da Confederação para reuniões, almoços e entrevistas com autoridades, inclusive os presidentes Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, além de vários ministros de Estado. E, em outros locais, com o presidente eleito Tancredo Neves e o presidente Lula.

Agora, já beirando os 90 anos, no fim de carreira, sinto-me realizado e particularmente gratificado com o honroso titulo da Acie. Sem duvida, pela amizade sempre mantida com os Correspondentes e admiração pelo relevante trabalho que realizam para divulgação do Brasil no exterior, esse titulo representa importante (e feliz) período da minha vida.

Para continuidade dessa colaboração, tive a boa idéia de incluir eu meu testamento doação de certo valor, para ajudar a manutenção da querida Acie." 


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